quarta-feira, 1 de abril de 2015
Undeadcast #4 - Músicas que odiamos.
Bom, agora sim! Está no ar o Undeadcast #4 - Músicas que odiamos!
Nessa edição, Guto, Romulo, Zé, Baah, Jove e nosso amigo Caíque, contaram quais são as músicas do Hollywood Undead que eles mais odeiam, e o porque. Será que todos vão levar numa boa quando descobrirem quem odeia Young, ou a tão amada New Day? Confira!
Na segunda parte do podcast, descobrimos quais são as músicas que vocês, os leitores dos parceiros da Hollywood Undead Brasil e da Undead 4Life Brasil, e o pessoal do nosso grupo do facebook mais odeiam, e falamos se concordamos ou não com as escolhas.
Como o Youtube bloqueou nosso podcast, acompanhem no soundcloud!
Para algumas pessoas está liberado no youtube, mas quem quiser tentar:
terça-feira, 24 de março de 2015
Artistas falam sobre o Hollywood Undead
Faltando menos de uma semana para o lançamento do Day of The Dead, a Artist Direct, fez mais um texto sobre o Hollywood Undead. O texto fala um pouco sobre o que esperar do próximo álbum ,e contém relatos de artistas sobre suas experiências com a banda: sendo como ouvintes, amigos ou colegas de trabalho. Confira abaixo a tradução dos relatos:
Jonathan Davis do Korn, J Devil, e Killbot: Eu amo para caralho o Hollywood Undead! Eles escrevem músicas ótimas e são legais para caralho. Eu me diverti muito remixando Hear me Now há algum tempo. Nós estávamos animados em receber eles na turnê Family Values em 2013 também. Eu desejo para eles nada além do melhor.
Ben Bruce do Asking Alexandria: É uma banda realmente boa com alguns ótimos refrões. Nos fizemos mais shows juntos do que eu posso contar, e é sempre satisfatório.
Jack Scherer do New Medicine: Eu ouvi muito o Swan Songs. Eu realmente amo aquele álbum. Nós nos tornamos amigos daqueles caras durante uma tour juntos, e eles são incriveis.
Eles têm algumas musicas realmente ótimas e eles são ótimos de ouvir ao vivo. Mal posso esperar para ouvir mais.
M. Shadows do A7X: Nós fizemos algumas tours junto com eles, e eles sempre fazem um ótimo show. Eu fico contente em ter saído junto com eles algumas vezes.
Ben Bruce do Asking Alexandria: É uma banda realmente boa com alguns ótimos refrões. Nos fizemos mais shows juntos do que eu posso contar, e é sempre satisfatório.
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Jack Scherer do New Medicine: Eu ouvi muito o Swan Songs. Eu realmente amo aquele álbum. Nós nos tornamos amigos daqueles caras durante uma tour juntos, e eles são incriveis.
Eles têm algumas musicas realmente ótimas e eles são ótimos de ouvir ao vivo. Mal posso esperar para ouvir mais.
Ouça Live Forever!
Continuando o plano de divulgação do próximo álbum, o Hollywood Undead lançou mais uma música no seu canal do youtube e no site hollywoodundead.tv. A música foi Live Forever, que na verdade, foi lançada oficialmente na semana passada para quem fez a pre-order do álbum no iTunes e para os usuários do Spotify.
Day of The Dead será lançado no Reino Unido dia 30 de março, e no dia seguinte no restante do mundo.
sábado, 21 de março de 2015
Entrevista com Jessalyn - Baltimore
Eae galera,
beleza?
Enfim o
Hollywood Undead começou sua turnê de lançamento do novo álbum
Day of the Dead , e o Undead BR foi
atrás de uma fã que viu o show
deles em Baltimore para uma pequena
entrevista sobre o que rolou nesse show.
A entrevistada é Jessalyn White, que foi muito simpática e receptiva nessa
entrevista, nos contou como foi o show, como estava a platéia, como anda a repercussão do album la fora entre outras coisas. Fizemos a entrevista por mensagens diretas no Twitter, e a
entrevista foi mais objetiva, sem perguntas longas. Vamos la!
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| Foto de Jessalyn com Charlie |
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1. UndeadBR:
Bom, primeiramente, como foi o show?
Jessalyn:
Foi incrível! Foi primeira vez em um show deles. Já sou fã deles a uns 4 anos.
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2. UndeadBR: Como
estava a plateia para esse show? Animada?
Jessalyn: Sim,
todos estavam aproveitando bastante. Foi um pouco assustador por que todo mundo
lá era uns caras enormes e eu sou baixinha, mas deu pra aproveitar numa boa.
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3. UndeadBR:
Eles tocaram alguma musica nova? Como elas soaram ao vivo?
Jessalyn:
Eles tocaram algumas novas sim, e até que soaram legais ao vivo.
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4. UndeadBR:
Qual das novas você mais gostou ao vivo? E no geral?
Jessalyn: Day of the Dead entre as novas foi incrivel!
E no geral fica dificil
escolher só uma, então fico com Hear me Now e Undead. Ambas muito boas ao vivo.
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5. UndeadBR: E
sobre as novas mascaras ? Como eram ao vivo?
Jessalyn: As
novas mascaras estavam legais. Só a do Danny que eu realmente não gostei, mas
as dos outros estavam todas bem bacanas ao vivo.
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6. UndeadBR:
Voce conheceu o Charlie, certo? Foi “fácil” para conhece-lo? Eles são gente
fina pessoalmente?
Jessalyn:
Conheci e não, não foi fácil. Eu fiquei esperando o ônibus deles chegarem por
em torno de uma hora. O Johnny foi direto pro ônibus e não saiu de lá. Eu parei
o Charlie enquanto ele estava indo pro ônibus, e o restante do pessoal não
consegui ver pois tive que ir embora. Estava muito frio e no dia seguinte tinha
aula.
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7. UndeadBR:
Aqui no Brasil, o Hollywood não chega a ser muito famoso. Como é a fama deles
por aí? O novo álbum tem tido uma boa divulgação?
Jessalyn: Bom,
aqui eles não são as pessoas mais famosas dos EUA. Mas dentre o pessoal da
minha idade, adolescentes, muita gente conhece.As musicas novas deles tem
tocado nas rádios de rock, todo lugar tem o CD deles vendendo. Custa uns 10
dolares.
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8. UndeadBR:
Para nos despedirmos, diga algo para os fãs aqui do Brasil o que podemos esperar
quando eles vierem fazer um show aqui
Jessalyn:
Voces podem esperar por um show épico! É um ótimo show de Rock e se preparem
pra serem arrastados para os moshs.Resumindo: é uma experiência incrível!
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Fotos cedidas pela Jessalyn em seu twitter @jessie_314:
terça-feira, 17 de março de 2015
Entrevista com J3T, por Vik Winchester
VIK: Então, Day of The Dead como
um conceito. O que fez vocês nomearem tanto o álbum como a primeira música dele
assim?
J3T: No nosso ultimo álbum, cerca
de 4-5 meses depois de terminar o álbum, nossa gravadora, A&M faliu. Não
havia nada que nos pudéssemos fazer sem eles. Nós mal saímos em tour, e o Notes
não teve a representação que nós queríamos. Então, isso é uma espécie de volta
triunfal. Nós estávamos animados e irritados com o nosso ultimo álbum, então
isso foi uma volta à nossa antiga forma, uma re-representação do Hollywood
Undead, por assim dizer.
Quando você está numa banda
existem várias razoes que te empurram para não estar em uma banda, e isso nos
lembrou o porquê estamos na banda. Nós trabalhamos muito duro. A gravadora sabia que estava falindo
e fingiram que tudo estava bem – uma compania gigante sabe meses antes de falir
que eles vão falir. Eles sabiam e nós nos sentimos muito enganados. Não foi a
primeira vez que esse tipo de coisa aconteceu, e isso nos fez perguntar o
seguinte. “Nós queremos
continuar?” Então nós demos um tempo. E é aí que você se lembra o porque
você faz musica – puramente baseado na paixão, forçado a pensar o porque você
está com ela – tipo como uma briga com sua namorada.
Nós não tínhamos uma gravadora
neste ponto, então nós gravamos esse álbum num estilho guerrilha.
VIK: O feriado mexicano El Dia de
Los Muertos teve alguma influência particular?
J3T: Eu consigo ver o porquê as
pessoas pensariam isso, vindo de L.A; mas não houve nenhuma influencia, nunca.
Não foi a intenção
VIK: Após ouvir Day of the Dead,
seu som evoluiu desde os álbuns anteriores e vocês estão indo em alguns territórios
ainda não explorados. Agora existem tantas influencias no trabalho que é duro
apontar apenas um. Houveram artistas ou sons que mais influenciaram vocês
durante a gravação e a produção do álbum?
J3T: Eu não ouço música enquanto
estou gravando. Coisas podem ficar grudadas na sua cabeça, então eu me abstenho
de música enquanto estou escrevendo. Você não quer acidentalmente copiar um
trecho de alguma outra pessoa. Nosso gosto musical é muito eclético e quando
escrevemos, misturamos coisas que parecem ficar boas juntas. Nós nos forçamos a
criar uma música que misture as músicas que soam como nós, que nos diverte
enquanto fazemos, e não seguramos nada. Nós escrevemos cerca de 30-40 músicas
por álbum e algumas ficam realmente um lixo que nós nunca poderíamos lançar.
Nós sempre nos forçamos nesse sentido; sempre mudando e mantendo as coisas
interessantes.
VIK: Enquanto o Notes parecia ser
um pouco mais rock (e cru, que montanha russa emocional!) DOTD parece ser mais
um lado gangsta rap do HU, especificamente em Guzzle Guzzle”. O que influenciou
esta mudança?
J3T: Nós tentamos escrever as
melhores musicas sobre o que nós nos sentimos bem e o que é relevante em nossa
mente naquela época. Guzzle Guzzle é o produto do que acontece às 6 da manhã
quanto você está drogado no estúdio. É bem mais dark e nós fizemos um horário
mais tarde no estúdio, da meia noite às 8 da manhã, meio de propósito. Quando
você está no estúdio qualquer coisa pode acontecer. Como Medicine, do Notes,
foi uma música meio “fora do comum” e eu sempre quis escrever uma música no
estilo Doo’Wop dos anos 50, em homenagem ao meu avô, e foi aquilo que saiu. Às vezes
você tem que cavar para achar as músicas e os resultados dessas introspecções.
VIK: Festas são uma grande parte
das suas letras e estão realmente evidentes neste álbum em particular. Não
parecem mais com as festas em casas de suas músicas mais antigas. Em faixas
como Party By Myself e Live Forever parece um pouco mais de clube do que
estamos acostumados, vindo de vocês. O que causou esta mudança?
J3T: Party By
Myself é uma música muito dark sobre quando ninguém quer sair com você. É um
conceito do Trent Reznor, de pegar uma música feliz, uma música de festa que
não é feliz. É apenas uma daquelas coisas. Live Forever tem a intenção de ser
mais animadora – você quer que as pessoas se sintam bem às vezes, e é o
denominador comum de que somos muito mais semelhantes do que nós acreditamos.
Também, nós tentamos fazer musicas que são mais como uma experiência e isso
entrou em jogo também. Live Forever foi feita para ser tocada ao vivo.
VIK: Vocês
colaboraram com alguém novo neste álbum?
J3T: Não, nós
apenas colaboramos com artistas que são como Trent Reznor. Nós somos uma banda
bem fechada.
VIK: Vocês
passaram por algumas mudanças de pessoal nos ultimos anos. Como isso tornou a
banda mais forte agora que estes membros saíram.
J3T:
Honestamente eu nem penso mais a respeito disso, pois já fazem 4 anos que
ninguém sai da banda. Pessoas se movem em direções diferentes e nós queríamos ir
em direções diferentes. Às vezes, você pensa em duas coisas diferentes,
artisticamente. Você se apaixona por algo e enquanto algumas pessoas embarcam
na sua ideia, você sabe que ou você deixa essas coisas de fora ou simplesmente
as coisas não funcionam.
VIK: Sua tour
começou nessa grande cidade de amor fraternal! Alguma coisa especial sobre a
Philadelphia que fez vocês gostarem mais daqui e começarem a tour pela cidade?
J3T: Nós queríamos
fazer um show para a base de fãs mais apaixonada que existe aqui, e definitivamente
existe uma conexão. Quando você toca em uma casa menor como a Underground Arts,
é divertido estar lá perto do pessoal e isso torna o show muito mais íntimo. É
a única hora do dia que eu estou aproveitando. Nós íamos tocar no TLA – Theatre
of Living Qualquer coisa – e foi uma mudança de ultimo minuto. Nós todos
crescemos andando de skate e o Love Park estava em muitos dos vídeos que nós assistíamos.
É um lugar tão histórico e legal da cidade que é muitas vezes esquecido. Estou
feliz que nós tocamos aqui. Simplesmente não funcionou com o TLA. Um set acústico
também seria legal lá, na Underground Arts.
VIK: Vocês têm muita interação com os fãs nos
shows, e essa interação parece vir dos dois lados (banda – fãs). De onde vem
essa energia?
J3T: Fazer shows pode vir a ser muito chato logo. E a gente já fez mais de 2000 shows. Se você não tenta fazer com que seja divertido e aproveitar, não vale a pena. Muitas pessoas querem fazer o que eu faço, e eu costumava pensar “bom, eu sou o melhor nisso” quando eu era (mais novo e arrogante), mas agora eu aprendi a apreciar o que eu sou capaz de fazer todos os dias. E parte dessa apreciação, você deve as pessoas que pagam para te ver e fazem com que isso se torne divertido para você e assim se torna divertido para todo mundo.
J3T: Fazer shows pode vir a ser muito chato logo. E a gente já fez mais de 2000 shows. Se você não tenta fazer com que seja divertido e aproveitar, não vale a pena. Muitas pessoas querem fazer o que eu faço, e eu costumava pensar “bom, eu sou o melhor nisso” quando eu era (mais novo e arrogante), mas agora eu aprendi a apreciar o que eu sou capaz de fazer todos os dias. E parte dessa apreciação, você deve as pessoas que pagam para te ver e fazem com que isso se torne divertido para você e assim se torna divertido para todo mundo.
VIK: O que está por vir no mundo do HU?.
J3T: Só a turnê. É um ciclo: grave um disco e depois faça uma turnê. Tem essa grande turnê pelos EUA, depois na Europa por seis semanas... basicamente, muita turnê. Isso pode se tornar realmente uma rotina depois de um tempo. Quando você faz shows com pessoas, e especialmente em uma banda, que está junta por 10 anos. É um pouco triste quando você pensa “uh, 10 anos!” e vocês ainda estão juntos. Eu penso que todos nós estamos realmente revigorados e animados para ver o que acontece.
J3T: Só a turnê. É um ciclo: grave um disco e depois faça uma turnê. Tem essa grande turnê pelos EUA, depois na Europa por seis semanas... basicamente, muita turnê. Isso pode se tornar realmente uma rotina depois de um tempo. Quando você faz shows com pessoas, e especialmente em uma banda, que está junta por 10 anos. É um pouco triste quando você pensa “uh, 10 anos!” e vocês ainda estão juntos. Eu penso que todos nós estamos realmente revigorados e animados para ver o que acontece.
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