segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Ouça agora o Notes From The Underground na integra!


   A banda disponibilizou a versão deluxe do próximo álbum Notes From The Underground, para ser ouvida na íntegra no site da Aol, e você o confere aqui!

   Notes From Underground será lançado amanhã, dia 8 nos Estados Unidos e no mês de março para os diversos países. Com o lançamento a banda planeja sair em turnê por pequenas casas de shows dentro do território americano, para fazer da divulgação. Um momento de "nostalgia" para os fãs que acompanham a banda desde seus primórdios.

   Para entrar no clima de lançamento, a UndeadBr vai fazer uma postagem especial amanhã, onde daremos nossas opiniões e impressões sobre o álbum, não perca!

domingo, 6 de janeiro de 2013

Nova entrevista com Charlie Scene


   O site Bloody Disgusting postou essa semana uma entrevista com Charlie Scene, na qual Scene fala sobre o novo álbum, trabalhar com Shawn "Clown" Crahan, e seus álbuns e filmes favoritos de 2012:

Bloody Disgusting: Como você está?
Charlie Scene: Bem cara, e você?

BD: Estou bem! O que tem feito por esses dias?
CS: Esta tudo bem cara! Só me preparando para cair na estrada.

BD: Então só muito planejamento e coordenando o próximo passo?
CS: Isso! Estramos tentando focar nas turnês agora e arrumar tudo. Nós provavelmente estaremos em turnê por 2013 inteiro e pelo próximo ano. Nós vamos atingir lugares maiores, vamos voltar para a Europa e para o Japão. Nós não voltaremos para casa em 2013 e provavelmente por boa parte de 2014.

BD: Me conte sobre o Notes From The Underground, o que o diferencia do Swan Songs e do American Tragedy?
CS: Nesse álbum não tivemos nenhum direcionamento ou influência da gravadora, ou eles dizendo o que fazer como no último, onde isso aconteceu um pouco. Dessa vez eles nos deram o total controle criativo, o que foi bom, por que isso era o que tivemos com o Swan Songs. Então nós estamos super felizes com esse álbum e ele é exatamente do jeito que a gente o quis, e estamos super orgulhosos, e achamos que irá ser algo grandioso para nós.

BD: Por terem essa liberdade, vocês resolveram se arriscar de alguma maneiro enquanto gravavam o álbum?
CS: Nós meio que sempre arriscamos. Nós sempre temos essas músicas que saem do nada e não soam nada como o que sempre fazemos. Não ter que nos prender em um único gênero é a coisa mais legal de nossa banda, sabe? Nos escrevemos bastante coisas que são o "som do Hollywood Undead" mas então podemos nos aventurar e escrever coisas completamente fora desse campo. Então temos algumas dessas músicas no álbum, e também temos algumas das músicas que soam como o Hollywood Undead.

BD: Por terem vários membros, estou certo de que cada um traz seus próprios gostos e influencias à mesa. O quanto dessas influências aparecem enquanto se grava um novo álbum?
CS: Bem, todo mundo deve ter uma resposta diferente obviamente [risos]. Nosso baterista Da Kurlzz, é um grande fã de Miley Cirus, então ele tenta trazer várias dessas melodias e riffs, e nós só os jogamos fora. Então trazemos influências fodas, como Nine Inch Nails e Ludacris, ou qualquer coisa que é "quente" no momento. Eu não sei quem está no Top 40, mas provavelmente nos influencia também. É assim que agimos normalmente.

BD: Vocês acabaram de filmar um vídeo para We Are. Você pode me dizer um pouco do que os fãs podem experar?
CS: Trabalhar com o Clown foi incrível, cara! Ele é um cara muito legal. Ele falou com cada um de nós individualmente por mais ou menos uma hora por telefone antes mesmo de nos conhecermos pessoalmente, que foi quando conversamos ainda mais tempo. Foi realmente legal trabalhar com ele. E esse vídeo é diferente dos nossos outros. Eu sei que alguns dos nosso vídeos são muito parecidos, com a banda tocando e garotas gostosas no vídeo, e bebida e blá blá blá. Nesse não tem nada disso, é completamente diferente. Cada membro da banda tem seu próprio papel, que cada um veio com isso sozinho. No meu, eu coloco fogo num cara, então espere por essa merda, é bem intenso.

BD: Existiu algo na sua vida que o fez pensar, "cara, eu realmente tenho que colocar fogo num cara?"
CS: Eu só fingi que ele estava falando merda sobre minha mãe [Risos]! Foi legal! Nós filmamos como um filme de terror, sabe? Foi incrível! Nós filmamos no lugar mais assombrado do mundo, o Hospital Linda Vista. É um maldito velho hospital psiquiátrico abandonado. Foi onde filmamos o vídeo inteiro, é muito assustador.

BD: Não é segredo que o Hollywood Undead tem uma forte influência no horror. O que te agrada nesse horror?
CS: Eu só gosto da escuridão nisso. Muitas vezes quando eu assisto filmes, é isso que eu vejo nos filmes de horror, porque você sentar e assistir filminhos de menina ou filmes de ação, mas eu gosto de ver gente se ferrando, gosto de ver gente sendo morta e essas viagens.

BD: O horror é frequentemente categorizado como uma muito intensa experiência visceral, termos os quais também são frequentemente atribuídos à música. O que você supõe que há no horror que o permite ser tão influente na música?
CS: Eu acho que é só porque o horror é muito divertido. Pessoas amam assistir esse tipo de coisa. Esses filmes são tão divertidos, e com música, você tem que manter isso tão divertido o quanto possível também. Você leva pessoas para lugares escuros ou sentimentos que de uma certa maneira, você só consegue com um filme de horror ou uma música obscura. Mas nós também temos músicas que não são tão obscuras. Nós temos músicas para festas!

BD: E é assim com o horror, certo? Você tem algumas cenas obscuras, algumas pessoas são mortas, e então acontece uma festa.
CS: Sim, tem uma cena de uma festa, com algumas garotas sendo fodidas, então elas são mortas.

BD: Quais são alguns dos seus filmes de horror favoritos de 2012?
CS: Ah merda, eu assisto filmes no Netflix o tempo todo, mas esqueço nomes. Mas eu assisti um filme chamado "O Pacto" que foi bom. Eu vi o "Hotel da Morte" e era muito bom. Eu acho que esses dois são os únicos que eu consigo pensar agora.

BD: Eu amei "Hotel da Morte"!
CS: É bom, certo?

BD: O que eu amei nele, é que ele tinha uma sensação quase de comédia, e então no final, ele fica realmente sério muito rápido.
CS: Exato! Aquele maldito velho assustador?

BD: Seguindo essa linha, quais foram alguns dos seus álbuns favoritos de 2012?
CS: O novo álbum do Muse tem algumas boas músicas. E se qualquer banda que nós fizemos turnês juntos teve um ábum em 2012, é meu favorito.

BD: Charlie, muito obrigado pelo seu tempo! Boa sorte para você e o resto do Hollywood Undead com o Notes From The Underground! Espero ir ver vocês quando vocês vierem próximos a Detroit!
CS: Legal cara, isso seria incrível! Nós vamos assistir um filme de horror!

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Entrevista do Johnny Three Tears para o Noisecreep

Johnny Three Tears foi entrevistado pelo site americano Noisecreep e falou sobre o processo envolvendo Deuce, o vídeo de We Are e o novo CD. Confira a entrevista traduzida abaixo:

Entrevistador: Você pode situar o Notes from the Underground na carreira da banda, além do fato de ser o terceiro álbum de vocês?
J3T: Todo mundo quer progredir. Nós não somos diferentes. Nós começamos pesados e isso nos deixou várias opções para avançar. Essa é a parte legal em estar no Hollywood Undead. Nós estamos tentando avançar no degrau certo, para não afastarmos ninguém. Eu queria fazer um álbum puramente de rock industrial, e todo mundo disse que não iria funcionar. Nós continuávamos tentando avançar, mas não rápido demais, já que as pessoas acabam se irritando e aqueles que gostam de você não entendem porque você mudou. Então fazemos isso em doses. Nós apenas tentamos escrever melhores músicas. Ficando sedentário ou satisfeito? É aí que você está com problemas. Mesmo se você é bom, você pode sempre ser melhor.

Entrevistador: Hollywood Undead teve uma dose de propaganda indesejada devido ao drama ao redor do antigo vocalista Deuce, que diz que membros da banda o espancaram. Você ignora isso ou é o pensamento coletivo de que qualquer propaganda é boa?
J3T: Eu não penso sobre isso, somente quando alguém me pergunta a respeito. Honestamente, nós estamos em progresso e avançando em todos os aspectos como uma banda. É tão "cinco anos atrás". Eu odeio falar isso, já que odeio quando atletas falam. Mas é a verdade. Mantenha seu olho num prêmio. É um processo em andamento, e eu amaria falar para as pessoas o que aconteceu de verdade, mas eu não posso, então estamos presos nessa situação. Ele pode dizer o que quiser, mas nós não, já que temos que lidar com as consequências. Você quer se defender ou assumir culpa. Nós vamos divulgar informações assim que pudermos.

Entrevistador: Nós só queríamos a sua versão, tanto quanto você possa falar.
J3T: É um saco. Eu sempre tenho um processo contra mim!

Entrevistador: Escolha uma música do Notes e nos coloque no processo de escrita e gravação.
J3T: Nós temos uma música chamada 'Lion'. É a quarta música, e quando eu cheguei com a ideia para a música, eu tinha o refrão, então eu chamei o produtor, fui para o estúdio para colocá-la em prática e avançar, já que eu sabia que nós iríamos revisar as músicas algumas vezes, já que é o que bandas fazem. Nós continuamos avançando e progredindo, então nós acabamos ficando acordados por 34 horas seguidas. Nós começamos improvisando e acabamos a música em apenas uma sessão, o que é difícil, já que há vários elementos presentes. Lion foi escrita de uma vez só em um dia e meio. Nós nunca fizemos isso antes e nunca vamos fazer novamente. Eu tive uma ressaca de quatro dias depois disso.

Entrevistador: Eu posso imaginar. Você tem alguma habilidade escondida ou talento?
J3T: Eu posso satisfazer... Não, espere! Eu sou um escritor. Estou trabalhando num roteiro. Eu odeio falar isso, já que todo mundo diz, mas eu cresci em Los Angeles, então não há nada que eu possa fazer. Eu sou bom em motocross e eu costumava competir. Eu era um quarterback (posição de futebol americano) na escola e posso jogar uma bola bem longe.

Entrevistador: Por que o Hollywood Undead continua sendo uma banda que as pessoas amam odiar?
J3T: Nós gostamos das pessoas que entendem e gostam da banda. Qualquer um que diga que não se incomoda com haters está mentindo. Nós somos todos seres humanos sensíveis. Se eles odeiam apenas por odiar, eu não me importo. Mas você releva isso e aprecia quem entende o que você faz. Alguns dos que não gostam da gente e nos vê ao vivo, presta atenção e se abrem, eles nos "entendem" eventualmente e isso é bom também. Nós vemos pessoas que são arrastadas para os nossos shows pelos seus amigos e então viram fãs, então converter as pessoas é recompensador. Se você levar muito a sério, isso te deixará louco.

Entrevistador: Ultimamente, vocês trabalharam com "Clown" do Slipknot para o vídeo de 'We Are', o que faz sentido, por causa da semelhança visual das bandas! Como foi para você? Nos fale como isso funcionou.
J3T: É algo semelhante a um espetáculo fazer um vídeo em dois dias. Diretores são diretores que querem o que eles querem, o que geralmente exclui a banda. Shawn tem estado no outro lado por anos como um membro do Slipknot. Ele já dirigiu, mas ele entende a perspectiva da banda melhor do que a maioria dos diretores. Ele sabe o nível de conforto e o nível de absorção da banda e ele não nos ignorou, mais ou menos como "Como quiser, cara". Isso fez a experiência ser legal. Eu me diverti bastante fazendo o vídeo. Ele é baseado no visual. Seu estilo de direção é alegórico e eu sempre estive interessado nele. Tudo foi legal desde o começo. Nós esperamos fazer isso novamente um dia. Diretores, eles tendem a pensar que você é um pateta, mais ou menos como "Você faz a música, esse é o meu trabalho". Ele não era assim.

Fonte: Noisecreep.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Confira agora Pigskin!


Veja agora a lyric video da mais nova música do Hollywood Undead, que fará parte do próximo álbum Notes From The Underground. A faixa escolhida dessa vez foi Pigskin:



Ouça a música também pelo player abaixo:

Johnny 3 Tears fala sobre novo álbum e nova turnê

Johnny Three Tears foi entrevistado pelo site americano Media Mikes (que inclusive foi o primeiro a fazer uma review do Notes from the Underground, que você pode checar aqui) e falou sobre o Notes from the Underground e a sua turnê de divulgação, entre outros temas. Confira a entrevista traduzida abaixo:

Entrevistador: Conte-nos um pouco sobre as sessões de escrita em grupo para o novo álbum.
J3T: Algumas delas foram divertidas e outras foram bem ruins! (Risos) É sempre um processo com altos e baixos, com momentos de glória e momentos de puro pânico. Eu gosto de escrever álbuns, de maneira geral por causa de todos os estados de espírito e das coisas que acontecem durante esse período. Nós costumamos trabalhar com mais de um produtor, o que adiciona um pouco mais de sabor às coisas. Nós sempre tentamos manter as coisas desse jeito, pois é muito fácil ficar repetitivo pela décima ou décima primeira música. Gravar 3 ou 4 músicas com caras diferentes nos mantém honestos e trabalhando duro. Foi bastante divertido e escrever é a minha parte favorita de estar na banda.

Entrevistador: Que tipo de passos você segue pessoalmente quando escreve?
J3T: Eu sempre escrevo uma melodia primeiro. Frequentemente eu terei as palavras para a melodia também. Tipicamente eu penso que muitas pessoas escrevem algo na guitarra e depois cantam em cima disso. Eu sou estranho porque eu faço as coisas de outro jeito. Eu sempre fiz as coisas desse jeito, especialmente porque eu não sei tocar guitarra direito. Eu acho que o processo de compôr é algo muito individual.

Entrevistador: Vocês tentaram algo de diferente durante o processo de escrita desse CD?
J3T: Nós chegamos ao extremo durante as sessões. Não é incomum para nós ter uma sessão de gravação de 48 horas na qual não dormimos. Os caras chegam no ponto onde eles começam a perder suas cabeças. Para mim esses são momentos decisivos onde você está tão louco que você tenta algo que você nunca faria com a sua mente normal. Alguns produtores fazem o que nós queremos e estão dispostos a ir fundo no nosso projeto. Outros têm outras prioridades e não querem viver essa vida. Às vezes, nós temos que estar no estúdio às 10 da manhã ao invés de 10 da noite bebendo Starbucks ao invés de Jack Daniels, mas isso funciona. O poder é bem balanceado.

Entrevistador: Como foi trabalhar com o Danny Lohner (produtor) novamente?
J3T: Nós trabalhamos com ele no nosso primeiro álbum, mas não trabalhamos no segundo por causa de conflitos de calendário. Lohner é um dos caras fora do comum como nós, e nós amamos trabalhar com ele por causa disso. Ele é mais um amigo do que um produtor para nós agora, já que nos tornamos bem próximos. Eu sou um grande fã do Nine Inch Nails (banda que o Lohner já produziu), então quando nós começamos a trabalhar com ele, eu estava bem tímido. Assim que nós o conhecemos melhor, nós vimos que ele é um cara muito legal. Danny traz algumas boas ideias à mesa.

Entrevistador: Quais são os planos referentes a turnê para os próximos meses?
J3T: Em 8 de janeiro, nós começaremos uma importante turnê de 12 datas. É uma turnê promocional onde nós estaremos tocando em alguns locais pequenos, que nos permitirão voltar às nossas origens. Os shows serão reuniões íntimas para pessoas que escutam a banda desde que começamos. Depois disso, eu acho que as coisas serão bem movimentadas.

Fonte: Media Mikes.